Seus Investimentos e sua expectativas (mindset) estão alinhados para as turbulências esperadas no ano de 2026?
- José Carlos Fonseca

- 5 de mar.
- 2 min de leitura
O ano de 2026 promete ser de muitas mudanças no mercado financeiro — com riscos relevantes, possíveis perdas, mas também com boas oportunidades de ganho para quem estiver bem posicionado:
– No cenário global, seguimos acompanhando a guerra entre Rússia e Ucrânia. Os Estados Unidos continuam emitindo ultimatos ao Irã, abrindo espaço para um possível conflito bélico. O dólar vem se desvalorizando frente a outras moedas, enquanto as bolsas de países emergentes atingem máximas históricas com entradas volumosas de capital estrangeiro. Soma-se a isso a crise no Japão e a China, que segue vendendo títulos do governo americano.
– No Brasil, 2026 é ano de eleição para Presidente da República — um fator que, historicamente, aumenta a volatilidade dos mercados. Os juros estão em queda, com projeções apontando para níveis próximos de 12% até dezembro. O PIB segue em terreno positivo, na faixa de 1,8%, mas o indicador Dívida/PIB continua em trajetória de alta, pressionando pra cima as taxas de juros de longo prazo.
Diante desse cenário global e local, é natural que surjam algumas perguntas importantes:
– Que ajustes devo fazer na minha carteira para reduzir riscos e capturar novas oportunidades?
– Qual percentual do meu patrimônio faz sentido investir no exterior?
– Onde alocar novos aportes em um ambiente tão volátil?
– Quanto preciso economizar e investir para realizar meus objetivos pessoais e profissionais?
Em momentos de maior incerteza essas respostas nunca são genéricas. Elas passam, por além de considerar os Cenários Econômicos, por uma análise individualizada, que considere perfil de risco, objetivos de vida, momento patrimonial e horizonte de investimento. Revisar a carteira dessa forma costuma ser o primeiro passo para atravessar períodos turbulentos com mais segurança. Não se trata apenas de escolher produtos, mas também de tomar decisões mais conscientes e estruturadas em cenários complexos.
Além disso pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostram que investidores que contam com o apoio de um assessor conseguem obter, ao longo do tempo, um retorno entre 1% e 4% maior sobre seus investimentos, comparado com investidores que seguem carreira solo.
Se essa abordagem faz sentido para você, será um prazer ajuda-lo nessa jornada!
Me chamo José Carlos Fonseca. Sou Assessor de Investimentos certificado pela CVM (ANCORD) e sócio da Saron Investments, empresa credenciada à XP.
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